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O que vem depois do MEI? Como escolher o enquadramento ideal

Tempo de leitura: 15 minutos

Quando você busca o que vem depois do MEI, percebe que entender o momento certo de deixar esse enquadramento é essencial para crescer com segurança no digital

Seja porque ultrapassou o limite ou porque deseja migrar do MEI com estratégia, essa decisão impacta impostos, custos, contratos e até a credibilidade do seu negócio. 

Para quem vende serviços, infoprodutos ou e-commerce, escolher o enquadramento correto evita surpresas e abre espaço para faturar mais, contratar equipe e profissionalizar operações

Ao compreender limites, opções e o enquadramento empresarial adequado, você ganha clareza para seguir em frente com tranquilidade e planejamento.

A Soluzzi, a contabilidade especializada em negócios digitais, vai ajudar você nesta jornada.

O que significa “sair do MEI”, na prática?

Quando você entende o que vem depois do MEI, significa deixar o SIMEI e assumir novo enquadramento empresarial, com regras fiscais e obrigações formais diferentes.

É desse modo que você deixa de ser MEI.

Veja quando essa mudança é obrigatória e em quais situações vale a pena antecipar o processo para manter segurança e planejamento no seu negócio digital:

Quando o MEI é obrigado a mudar de categoria

Quando entende o que vem depois do MEI, você entende de uma vez por todas o que é necessário, ao ultrapassar o limite anual, contratar um segundo funcionário, exercer atividade não permitida ou incluir sócio. 

Nessas situações, o enquadramento deve mudar imediatamente para evitar problemas fiscais.

Quando vale a pena trocar mesmo sem obrigação legal

Ao compreender o que vem depois do MEI, você pode realizar a migração antes, por estratégia, especialmente quando prevê crescimento rápido, deseja fechar contratos maiores ou planeja contratar equipe

Antecipar a mudança ajusta seu enquadramento e oferece mais segurança para escalar no digital.

Limites atuais do MEI e o que acontece se você passar deles

Ao entender o que vem depois do MEI, você percebe como ultrapassar o limite anual influencia sua estrutura

Quando isso acontece, você pode sair do MEI e revisar seu enquadramento empresarial para manter tudo regularizado.

Confira agora os detalhes essenciais:

Limite de faturamento do MEI e cenários de excesso (até 20% e acima de 20%)

Quando avalia o que vem depois do MEI, você entende que o desenquadramento ocorre ao ultrapassar o limite anual de R$81.000,00.

Se o excesso de faturamento for de até 20% (até R$97.200,00), a mudança de categoria ocorre no ano seguinte. 

Ultrapassando esse patamar, o desenquadramento do MEI deve ser imediato.

Quantos funcionários o MEI pode ter antes de precisar migrar

Ao analisar o que vem depois do MEI, você percebe que contratar mais de um colaborador também descaracteriza a sua condição.

Esse limite existe para manter controle do modelo e, ao ultrapassá-lo, exige novo porte e ajustes na contratação permitida.

Outras situações que obrigam o desenquadramento (atividade não permitida, sociedade etc)

Quando se compreende o que vem depois do microempreendedor individual, você vê que a mudança de MEI para ME também ocorre ao exercer atividade não permitida, incluir sócio ou participar de outra empresa

Essas alterações forçam novo porte e exigem atualização cadastral imediata.

O que vem depois do MEI: principais formas de enquadramento

image 1 - Soluzzi

Ao entender o que vem depois do MEI, você percebe que o crescimento exige novas estruturas

Em determinados cenários, é necessário migrar do MEI* e adotar um enquadramento empresarial que ofereça limites maiores, profissionalização e segurança operacional para negócios digitais.

Confira agora as principais opções:

ME (Microempresa): quando faz sentido e quais limites

Quando avalia o que vem depois do MEI, você entende que sair dessa condição traz sentido ao escalar serviços digitais. 

A Microempresa (ME) oferece faturamento anual de até R$360.000,00, com burocracia moderada e enquadramento no Simples Nacional, permitindo crescer com segurança e previsibilidade.

EPP (Empresa de Pequeno Porte): para quem está crescendo mais rápido

Ao entender o que vem depois do MEI, você percebe que realizar a mudança pode ser estratégico quando sua operação digital cresce rapidamente. 

A EPP amplia limites, facilita contratos maiores e ajusta obrigações ao volume do negócio dentro do regime tributário ideal.

EI, SLU e outras naturezas jurídicas possíveis

Quando observa o que vem depois do seu tipo jurídico, você descobre que pode mudar o enquadramento de MEI para ME usando empresário Individual (EI) ou Sociedade Limitada Unipessoal (SLU)

Cada modelo define proteção patrimonial e estrutura societária, influenciando obrigações e segurança conforme sua natureza jurídica escolhida.

MEI x ME x EPP: visão geral das diferenças

Ao analisar o que vem depois do MEI, você entende que a mudança melhora limites, enquanto a Empresa de Pequeno Porte (EPP) atende operações maiores. 

Essa comparação ajuda a visualizar crescimento, organizar obrigações e alinhar seu negócio ao enquadramento empresarial ideal.

Quanto custa sair do MEI e virar empresa “normal”?

Ao entender o que vem depois do MEI, você percebe que a transição envolve novos custos

Em certos cenários, será necessário sair do MEI e considerar despesas adicionais relacionadas ao regime tributário, essenciais para manter a organização e segurança operacional.

Veja agora os custos envolvidos:

Custos mensais de ME/EPP (impostos, DAS, folha, contabilidade)

Ao entender melhor o que vem depois do MEI, você percebe que os tributos variam conforme atividade e porte

Em muitos casos, será necessário migrar do MEI e considerar encargos recorrentes previstos no regime tributário para ME para planejar sua operação digital.

Custos de desenquadramento e abertura/alteração de empresa

Quando avalia o que vem depois do MEI, você nota que a transição exige taxas iniciais

Determinadas situações envolvem mudança de MEI para ME e demandam registros formais, além de despesas administrativas vinculadas às obrigações empresariais definidas pelos órgãos locais.

Impactos em impostos retroativos se você ultrapassou o limite do MEI

Ao compreender o que vem depois do MEI, você vê que o excesso pode gerar ajustes. 

Em alguns cenários, ocorre desenquadramento MEI com cálculo complementar baseado no período excedido, incluindo diferenças tributárias relacionadas ao excesso de faturamento MEI durante o ano-calendário.

Como deixar de ser MEI passo a passo

Ao entender o que vem depois do MEI, fica claro que a transição exige organização

Em alguns cenários, você deve considerar como deixar de ser MEI e seguir etapas formais alinhadas às exigências do enquadramento empresarial aplicável.

Descubra agora cada etapa essencial:

Passo 1: Avaliar faturamento, atividade e estrutura do negócio

Quando considera o que vem depois do MEI, avalie faturamento, atividades e projeção de crescimento. 

É importante sair do MEI se ultrapassar limites ou mudar atividades

A análise criteriosa assegura que seu enquadramento empresarial futuro faça sentido.

Passo 2: Escolher o tipo de empresa (ME, EPP) e natureza jurídica

Para decidir o rumo ideal ao refletir o que vem depois do MEI, escolha entre ME, EPP ou outro formato. 

Ao optar pela mudança de MEI para ME observe a natureza jurídica da opção, que melhor protege seu negócio digital e patrimônio.

Passo 3: Escolher o regime tributário (Simples, Lucro Presumido ou Real)

Ao revisar o que vem depois do MEI, defina o regime tributário mais vantajoso

Dependendo da atividade, optar por Simples ou outro regime exige planejar tributos, fluxo de caixa e obrigações, respeitando o regime tributário para ME.

Passo 4: Fazer o desenquadramento como MEI e os registros necessários

Para migrar corretamente o que vem depois do MEI, é essencial solicitar o desenquadramento do SIMEI e atualizar cadastro na Junta

O processo formal garante a validade do novo registro e legalidade do enquadramento.

Passo 5: Organizar contabilidade, emissão de notas e obrigações acessórias

Depois de decidir o que vem depois do MEI, prepare contabilidade profissional, emissão de notas e obrigações tributárias em dia

Com isso, você assegura compliance, evita erros e mantém o negócio digital em conformidade com normas e crescimento saudável.

Para saber mais sobre assuntos relacionados ao que vem depois do MEI, confira o vídeo feito sob medida para você!

Conheça a Soluzzi!

Entender o que vem depois do MEI é o primeiro passo para transformar seu negócio digital em algo maior, estruturado e realmente sustentável. 

Quando você visualiza crescimento, contratos maiores e previsibilidade, surge o desejo natural de assumir controle e abandonar a insegurança que travava decisões. 

Ao reconhecer o seu momento, você nota que escolher o enquadramento empresarial correto define seu rumo, protege seu patrimônio e fortalece sua autoridade no mercado

Para avançar com clareza, evitar riscos e manter tudo funcionando no automático, você precisa de precisão.

E é exatamente aqui que a Soluzzi se torna indispensável. 

Assim, você domina o que vem depois do MEI com confiança.

Clique agora mesmo no botão abaixo!

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Escrito por:

Viviane Araújo

Vivi Araújo é empresária contábil e fundadora da Soluzzi Contadores, um escritório que atende mais de 800 clientes em todo o Brasil. Também é sócia-fundadora do Grupo Visionários, um grupo educacional com mais de 10 mil alunos contadores, e criadora do Método Matriz Lucrativa, uma metodologia exclusiva que integra estratégias de marketing, processos e gestão, transformando a vida de contadores em todo o país.

Com mais de 10 mil alunos impactados e 100 mil seguidores nas redes sociais, Vivi se consolidou como uma das principais referências em contabilidade no Brasil.

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